
domingo, 31 de janeiro de 2010
Marte está próximo

domingo, 10 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Marte, pouco maior que a metade da Terra
Eclipse solar em Marte

Deimos é pequena e distante e quando passa na frente do sol causa uma mancha pequena. Já Fobos é maior e mais próxima daquele planeta causando um eclipse um pouco maior. Ainda assim nada comparável a sorte que temos na Terra, de termos uma lua 400 vezes menor que o sol e exatamente 400 mais proxima que o astro maior do sistema. Como resultado, na Terra a lua e o sol parecem ter o mesmo tamanho, por isso podemor ver a coroa solar. Mas vale a pena ver.
Free Spirit: sem solução?
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Exploração extraplanetária
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Mesmo atolado em Marte, robô Spirit faz nova descoberta
O jipe robótico Spirit, da Nasa, está conseguindo produzir ciência mesmo depois de passar mais de seis meses com as rodas atoladas no solo de Marte, afirma a agência espacial americana.
| Imagem da Nasa mostra braço da sonda espacial Spirit, que está atolada em Marte |
Segundo o geólogo Ray Arvidson, da Universidade Washington em Saint Louis, o movimento das rodas do aparelho revelou camadas do solo marciano que a equipe ainda não tinha conseguido estudar.
O movimento foi programado pelo controle da missão na tentativa de livrar o robô de seu atoleiro, de acordo com a Nasa.
Os minerais assim expostos estão carregados de enxofre e podem ter se formado em antigos vulcões subaquáticos --ambientes favoráveis à existência de vida no planeta.
A sonda se prendeu em junho deste ano --o problema se devia ao fato de que uma rocha na parte inferior do veículo (que tem o tamanho de uma lavadora doméstica) impedia que outras rodas se assentassem sobre a superfície. Além disso, a roda anterior direita seguia inutilizada.
No entanto --longe de ser um inconveniente--, o local onde o Spirit se encontra, batizado como "Troia" pela Nasa, é uma "bênção" para os cientistas, porque possibilita a reunião de boas informações sobre o ambiente do planeta.
23/12/09
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u670450.shtml
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Mares Marineris movie
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domingo, 4 de outubro de 2009
Aquecimento global em Marte
O planeta Marte enfrenta sua própria versão de mudanças climáticasAlterações na radiação solar vêm provocando mais nuvens de poeira e fortalecendo os ventos, fenômenos esses provavelmente responsáveis por derreter a calota de gelo do pólo sul do planeta, afirmaram cientistas na quarta-feira (04/04/07).
Pesquisadores observam há anos as mudanças na superfície de Marte, estudando pequenas diferenças nos padrões de claridade e escuridão surgidas ali. Essas mudanças na luminosidade costumavam ser atribuídas à presença de poeira, mas, até agora, o efeito dela sobre a circulação dos ventos e sobre o clima não era claro.
Lori Fenton, cientista da Nasa (agência espacial dos EUA), e seus colegas, em um artigo publicado na edição desta semana da revista "Nature", agora acreditam que as variações na radiação verificada na superfície de Marte alimentam os ventos fortes responsáveis por provocar gigantescas tempestades de areia, prendendo o calor e elevando a temperatura do planeta.
Com base nas mudanças na luz refletida pela superfície do planeta -- uma medida conhecida como o albedo de um objeto --, os cientistas concluíram que o planeta esquentou cerca de 0,65ºC entre os anos 70 e os anos 90, o que pode explicar o recente recuo na calota de gelo do pólo sul de Marte.
Na Terra, vários tipos de gases (entre os quais o dióxido de carbono) lançados na atmosfera prendem a radiação infravermelha, provocando o chamado efeito estufa e alterando o clima do planeta. Em Marte, o fenômeno é resultado da poeira vermelha.
A equipe de Fenton comparou os mapas térmicos elaborados nos anos 70 pela sonda Vinking, da Nasa, com mapas traçados duas décadas mais tarde, pela sonda Global Surveyor. Os cientistas verificaram que grandes faixas da superfície do planeta haviam ficado mais escuras ou mais claras nas últimas três décadas.
Essas mudanças no albedo tornaram os ventos mais fortes, o que fez com que mais poeira ficasse em suspensão circulando pelo planeta. A poeira, a seu turno, intensifica ainda mais os ventos, gerando um círculo vicioso.
"Os resultados obtidos sugerem que as documentadas mudanças no albedo afetam as recentes mudanças climáticas e os grandes padrões climáticos de Marte", escreveu a equipe de Fenton. Os cientistas acreditam que as mudanças no albedo devem ser uma parte importante das futuras pesquisas sobre a atmosfera e as mudanças climáticas.












